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As cinco fases do luto (ou da perspectiva da morte) são:

As cinco fases do luto (ou da perspectiva da morte) são: por  Bruno Almeida  |  Psicologia Fase 1) Negação Seria uma defesa psíquica que faz com que o indivíduo acaba negando o problema, tenta encontrar algum jeito de não entrar em contato com a realidade seja da morte de um ente querido ou da perda de emprego. É comum a pessoa também não querer falar sobre o assunto. Fase 2) Raiva Nessa fase o indivíduo se revolta com o mundo, se sente injustiçada e não se conforma por estar passando por isso. Fase 3) Barganha Essa é fase que o indivíduo começa a negociar, começando com si mesmo, acaba querendo dizer que será uma pessoa melhor se sair daquela situação, faz promessas a Deus. É como o discurso “Vou ser uma pessoa melhor, serei mais gentil e simpático com as pessoas, irei ter uma vida saudável.” Fase 4) Depressão Já nessa fase a pessoa se retira para seu mundo interno, se isolando, melancólica e se sentindo impotente diante da situação. Fase 5) Aceita...

A importância da feira vocacional

             As feiras vocacionais auxiliam o aluno a conhecer mais , sobre o curso desejamos que almeja e que inspira, ajuda na decisão da escolha , qual carreira ele vai seguir, ajuda o estudante orientando no caminho que deve seguir.             O teste vocacional também é uma ferramenta para auxiliar o aluno , que ainda está indeciso qual carreira profissional escolher. 
3 razões pelas quais pessoas que são “bondosas demais” são propensas à depressão: Luiza Fletcher   “Seja legal com as pessoas, seja gentil e seja atencioso o quanto quiser, mas no final do dia, nunca coloque ninguém antes de si mesmo”, escreveu G.L. Lambert. A bondade é maravilhosa, mas mesmo essa característica virtuosa tem um lado sombrio. Às vezes, somos bons por razões erradas. Às vezes, somos gentis com as pessoas erradas. Às vezes, somos bons com os outros, mas negligentes ou até mesmo abusivos com nós mesmos. Nessas situações, nossa própria bondade pode vir a nos destruir. Nós fazemos de tudo para agradar às pessoas e isso destrói nosso senso de identidade e nos conduz à depressão. Você já foi acusado de ser “bondoso demais”? Aqui estão três razões pelas quais esta estratégia de vida pode estar ferindo sua saúde mental: 1.Fazer de tudo para agradar ​​pode abrir espaço para o desrespeito, tanto dos outros quanto de nós mesmos. Quando os outros sentem que ...

10 dicas para ajudar com excesso de pensamentos

10 DICAS PARA AJUDAR COM O EXCESSO DE PENSAMENTOS Luiza Fletcher  • 4 de agosto de 2015 1. Entenda que seu excesso de pensamentos é um problema Muitas pessoas pensam demais, mesmo sem saber, e como resultado, passam a vida em uma espiral de preocupação e insegurança. Uma vez que você souber que pensa demais e aceitar que isso é um problema, será capaz de começar a desafiar a si mesmo, e tentar mudar a maneira com a qual se aproxima de determinadas situações em sua vida. 2. Não seja excessivamente duro consigo mesmo Uma coisa que o pensador excessivo tende a fazer, com muita frequência, é se culpar por tudo o que acontece em sua vida. Se algo der errado, é muito fácil mesmo culpar a si mesmo, e pensar que provavelmente foi algo que você fez. No entanto, na maioria das vezes, este não é o caso. Normalmente, qualquer coisa que der errado não é tão importante no grande esquema das coisas – tente colocar as coisas em perspectiva, e lembre-se de que não é o fim ...

Beethoven - Silencio

Quantas mulheres brasileiras você se lembra de ter conhecido na escola? Quantas referências de mulheres na História você tem? Para além das notas de rodapé, elas merecem ser tratadas como protagonistas da História. 1 –  Leopoldina Leopoldina Josefa Carolina Francisca Fernanda Beatriz de Habsburgo-Lorena, ou simplesmente Maria Leopoldina, como é chamada em terras brasileiras, nasceu em Viena, Áustria, em 1797. Foi arquiduquesa da Áustria, Imperatriz Consorte do Brasil e, durante oito dias, Rainha Consorte de Portugal. Era de excelente formação cultural. Falava francês, italiano, latim e estudava o inglês. Aprendia o português rapidamente. Pintava retratos e paisagens, e tocava piano. Gostava muito da natureza e das ciências naturais. D. Pedro passou o poder à Dona Leopoldina no dia 13 de Agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil, com todos os poderes legais para governar o país durante a sua ausência. A Princesa Re...